quinta-feira, outubro 08, 2009

Direitos e deveres.

 

SAPO 3 [640x480].PNG Muito se ouve falar a respeito dos direitos do cidadão. Nunca os direitos foram tão exaltados como nos últimos tempos.
Criam-se códigos e códigos, estabelecendo os mais variados direitos das criaturas. Tanto o consumidor quanto a criança e o adolescente têm seus direitos assegurados por lei.
A imprensa nunca teve tanta liberdade de expressão como na atualidade.
Isso demonstra um grande progresso, não há dúvida.
Todavia, não podemos esquecer que ao lado de qualquer direito, há também um dever.
Ambos devem andar sempre juntos para serem legítimos.
Mas o que, infelizmente, vem ocorrendo, é que cada um só reclama seus direitos, relegando os deveres ao esquecimento.
O fornecedor que é também, sem dúvida, consumidor, será que pensa como tal nos direitos dos outros quando elabora seus produtos?
Ou será que só se lembra dos direitos do consumidor na hora de reclamar os seus direitos?
A criança e o adolescente, será que são alertados de que também têm deveres para com a sociedade em que vivem?
Há cidadãos que gritam alto pelos direitos de protestar, de fazer greve. Alegam que a greve é um instrumento legítimo para quem quer ver seus direitos respeitados.
Todavia, o que não levam em conta tais cidadão, é o direito das outras pessoas.
A greve será um instrumento legítimo sempre que, com esse ato, não se esteja desrespeitando o direito dos outros.
Se desrespeitar, por mais justa que seja a discussão, a greve já não será legítima.
Poderá até ser legal, mas não será honesta. Não podemos desejar, como pessoas lúcidas que pretendemos ser, que o nosso direito afronte o direito do nosso semelhante.
Quando estamos discutindo com o patrão por causa do salário, por exemplo, é um direito que temos, e é um dever do patrão pagar-nos o que nos seja devido, mas a comunidade à qual servimos não tem que pagar o preço da nossa contenda.
Se o médico deixa de atender aos doentes, não é o patrão que ele está afrontando.
Passa a dever à comunidade, por que fez juramento de salvar vidas, e não de salvar vidas quando ganhasse bem.
Se o professor deixa centenas de crianças analfabetas, está faltando com o sentimento de fraternidade e com o dever assumido perante a própria consciência.
O chofer ou o cobrador não devem, em nome do seu direito, deixar toda uma comunidade sem condução, quando sabem que os trabalhadores que dela dependem terão descontados os dias faltados, porque, em tese, o patrão não vai querer saber se há greve ou não.
As pessoas comuns precisam poder ir e vir, já que os mais abastados não viajam nos coletivos.
Assim, se estamos nos sentindo acossados pelos baixos salários, violentado pelos maus tratos profissionais, ou se temos qualquer outra dificuldade a acertar em termos funcionais, a nossa pendência será com o patrão, seja ele o Governo, seja o empresário da iniciativa privada. Jamais o povo, já demasiadamente desrespeitado, humilhado, desconsiderado.
***
O dever principia sempre, para cada um de nós, do ponto em que ameaçamos a felicidade ou a tranqüilidade do nosso próximo e acaba no limite que não desejamos que ninguém transponha com relação a nós.
O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo.

 

 

Museu da corrupção (Genial).


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É sempre bom ficar por dentro da "não" ética em nosso país....

" Felicidade é algo que você decide por principio. Tudo depende de como eu preparo minha expectativa."


Museu da corrupção (Genial)ScreenShot007

É só clicar nas portas e os casos aparecem.
Este site é simplesmente genial: o Museu da Corrupção.
Um projeto arquitetonico fantastico !
Acesse-o, ponha nos seus favoritos e convide amigos a visitá-lo.

 

http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/index.htm

quarta-feira, outubro 07, 2009

A ascensão e a ascensão do Brasil.

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Com o título "A ascensão e a ascensão do Brasil: mais rápido, mais forte, mais alto", o Independent publicou duas páginas, do correspondente Hugh O'Shaughnessy, apontando o favoritismo para os Jogos de 2016. Diz que na sexta "o voto pode ser um marco na jornada do Brasil para deixar de ser o eterno país do futuro". Cita a popularidade, de Lula o G20, a resistência ao "impostor" de Honduras.

Deus pode não ser brasileiro, como muitos dos moradores do Rio de Janeiro orgulhosamente garantem, mas o Todo Poderoso parece mexer as suas asas influentes na direção da Cidade Maravilhosa, a Marvellous City do Atlântico Sul, no momento em que a cidade joga tudo para sediar as Olimpíadas de 2016. Suas três rivais, Tóquio, Madrid e Chicago, parecem perder força enquanto chega O Dia em cinco dias. No dia 2 de outubro a cidade vencedora será anunciada em Copenhague, assistida por um bilhão de telespectadores em todo o mundo.

Na terça-feira, em Brasília, senadores aprovaram legislação para garantir tudo o que se requer para uma proposta vencedora — de financiamento a regulamentos para evitar que donos de hotéis cobrem acima do preço pelas diárias.

O New York Times parece ter desistido da Cidade da Ventania [Chicago] às margens do Lago Superior, na quarta-feira, sugerindo que o presidente brasileiro, Luís Inácio da Silva, que todos chamam de Lula, tinha o trabalho mais fácil do mundo para garantir o prêmio. Lula, o ex-metalúrgico e líder sindicalista que anos atrás perdeu um dedo em uma prensa hidráulica, confessou que tinha a vantagem. Ele será acompanhado em Copenhague pela sua esposa, Marisa, enquanto Michelle Obama estará lá sem o marido. “Será dois contra um”, disse Lula com prazer disfarçado.

A votação do próximo mês poderia ser um marco na jornada do Brasil para deixar de ser o eterno país do futuro — para o qual o futuro nunca chega — e para se tornar um indisputável poder mundial, com uma presença permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e o dinheiro para alimentar, educar e cuidar de sua população de quase 200 milhões.

Lula, que quando criança suplementava o orçamento da mãe vendendo amendoim em torno do porto de Santos, aproveita de sua nova eminência, de sua liberdade para culpar a atual crise financeira “nos banqueiros de olhos azuis” e do respeito adquirido. O pânico dos banqueiros e o alarme da mídia na City de Londres e em Wall Street nos meses que antecederam sua maciça vitória eleitoral em 2002 são coisas do passado.

Hoje o Brasil é um dos BRICs, junto com a Rússia, a Índia e a China e é admirado por banqueiros e economistas. E não apenas o presidente Obama o chama o líder mais popular do mundo mas, depois de um período em que a corrupção governamental parecia a caminho de derrubá-lo, Lula tem uma taxa de aprovação com os eleitores de cerca de 80%.

Não mais um caso clássico de país em luta contra a hiperinflação, o Brasil olha adiante para um tsunami de riquezas que vai tomar conta da Petrobras, a altamente bem sucedida empresa de petróleo controlada publicamente, que atingirá produção total nos enormes campos de águas profundas. Lula faz planos para usar esse novo dinheiro para corrigir abusos que resultaram do golpe militar de 1964, apoiado pelo Ocidente, e dos anos subsequentes de repressão selvagem e tortura, que derrubaram os padrões de vida do próprio Lula e de outros milhões de pobres brasileiros. O Brasil também é um grande exportador de comida — o que é confortável num momento em que a fome cerca vários lugares.

As últimas semanas demonstraram que Lula está sacando da riqueza futura para ter mais influência internacional hoje. O primeiro chefe de estado a falar no debate da Assembléia Geral das Nações Unidas na quarta-feira, ele entrou na frente do discurso de 90 minutos do coronel Gaddafi, que chateou todos os presentes.

Lula aproveitou a oportunidade para atacar as idéias dos poderes ocidentais durante a crise financeira internacional. “O que desabou foram conceitos sociais, políticos e econômicos aceitos como inquestionáveis”, ele disse, num forte golpe a políticos e banqueiros que se opunham à regulamentação governamental. Os esforços de Lula ajudaram a esmagar o Grupo dos Oito dos países ricos, que será substituído pelo Grupo dos 20, que inclui países em desenvolvimento que se encontraram na quinta-feira em Pittsburgh para reformar as finanças mundiais.

Na Assembléia Geral Lula também pediu ação contra o golpe em Honduras, onde a embaixada brasileira dá abrigo a Manuel Zelaya, o presidente legítimo derrubado em 28 de junho por um impostor com apoio militar. Lula está pedindo ao Conselho de Segurança ação contra o crescentemente bárbaro novo regime, com ameaça do emprego de toda a força da lei internacional, particularmente se o regime continuar a deixar diplomatas brasileiros e seus hóspedes sem energia, água e comida.

A ação brasileira, apoiada de perto pelo governo venezuelano, pegou Washington de surpresa, expondo uma divisão clara entre Obama, que quer ação decidida para restaurar Zelaya, e uma vacilante Hillary Clinton, cujos assessores direitistas tem outras ideias.

Lula é, também, um dos líderes do bloco da União Sul-Americana de Nações. A Unasur resiste à militarização da América do Sul que muitos acreditam que vai acontecer se a Colômbia, um aliado próximo dos Estados Unidos, permitir que o Pentágono estabeleça sete novas bases em suas terras; elas permitiriam que os Estados Unidos despachassem caças para qualquer parte do continente com exceção da Patagônia. Como precaução, Lula está comprando armas da França e da Rússia.

Em suas tentativas de acelerar a unidade latino-americana, Lula tem corrido riscos políticos em casa, enfrentando empresas de energia elétrica poderosas. Para cimentar as relações com seu vizinho pobre, o Paraguai, Lula prometeu um novo acordo para o uso da energia da gigantesca hidrelétrica de Itaipu, que supostamente deveria ser usada igualmente pelos dois países mas que de fato vai quase toda para o Brasil.Ainda assim, se o Rio vencer na sexta-feira, Lula voltará à tarefa de dar esperança aos despossuídos da cidade — para garantir que as primeiras Olimpíadas na América do Sul ocorram pacificamente.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Fotografia Pictet.

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Doze fotógrafos foram anunciados como finalistas do prêmio de fotografia Pictet, que destaca assuntos relativos à sustentabilidade.

Este ano o tema foi o planeta Terra. O concurso recebeu mais de 300 inscrições de séries retratando a problemática em todos os cantos do mundo.

Segundo os organizadores, as fotos "falam dos efeitos prejudiciais e muitas vezes irreversíveis da exploração dos recursos do planeta e refletem os impactos imediatos e de longo prazo de modelos de desenvolvimento insustentáveis em comunidades em todo o globo".

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Muitos dos trabalhos chamam atenção para a fonte de recursos que a sociedade consome diariamente sem questionar a origem. Como em uma série sobre pedreiras de mármore fotografadas pelo canadense Edward Burtynsky em Portugal, Itália e na Índia. Nela, o artista procura mostrar a frieza e solidão da "realidade longínqua das paisagens industriais" nestes lugares.

O israelense Nadav Kandar quis mostrar a relação dinâmica do ser humano com as grandes construções na China. Sua série sobre os 6,5 mil quilômetros do rio Yangtze, ao longo do qual vivem mais pessoas que nos EUA, retratou famílias convivendo com os viadutos sombrios e o ar cinzento da cidade portuária de Chongqing.

Já o ciclo de consumo, destruição, violência e conflito político é explorado pelo canadense Christopher Anderson em sua série fotografada na Venezuela, que inclui canaviais e favelas. “Enquanto o agronegócio fatura, falta comida para grande parte da população”, diz o fotógrafo, que já foi indicado ao prestigiado prêmio Pulitzer de jornalismo.

Outras obras de arte optam por instigar o debate através de uma representação mais abertamente subjetiva da realidade. O que parecem montanhas nas fotos do chinês Yao Lu são, na verdade, pilhas de lixo em poças de lama, subprodutos do desenvolvimento imobiliário acelerado em seu país.

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'Vigor'

Para o diretor do grupo de jurados que decidiu pela lista de indicados, Francis Hodgson, a proposta do tema deste ano "foi interpretada em tremenda variedade e vigor".

"Seja registrando o desenvolvimento em detalhes ou buscando, de maneira mais ampla, estimular o debate, os fotógrafos alcançaram um alto nível de impacto", ele afirmou.

O vencedor do prêmio será conhecido em uma cerimônia marcada para o dia 22 de outubro, à qual comparecerá o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, presidente honorário do prêmio.

Até lá, os trabalhos dos finalistas serão exibidos em galerias de arte em Paris, Londres e Genebra.

Esta é a segunda edição do prêmio Pictet de fotografia, patrocinado pelo banco suíço Pictet. No ano passado, na primeira edição do concurso, o fotógrafo baiano Christian Cravo levou o nome do Brasil ao ficar entre os finalistas da premiação.

O vencedor deste ano receberá 100 mil francos suíços, cerca de R$ 175 mil.

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Mudanças climáticas.

 

Imagem sul 089 E Países ricos 'precisarão de US$10 bi para ajudar pobres a lidar com mudanças climáticas'

O secretário-executivo da convenção sobre o clima da ONU, Yvo de Boer, disse que os países ricos precisarão de pelo menos 10 bilhões de dólares para ajudar os países em desenvolvimento a preparar planos nacionais para limitar as emissões de carbono e se adaptarem às mudanças climáticas.

Em entrevista ao programa One Planet, do Serviço Mundial da BBC, Boer afirmou que essa quantia "deverá ser colocada sobre a mesa" durante a conferência sobre o clima em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro, para garantir o sucesso da reunião.

De acordo com o secretário-executivo, o peso dos custos com as mudanças climáticas deve ser dividido e o dinheiro ajudaria os países em desenvolvimento.

A quantia, segundo ele, é "apenas do começo". Além de dinheiro para ajudar no combate às mudanças climáticas em países mais pobres, Boer afirma que existem ainda duas questões que precisarão ser respondidas até o final da reunião.

Segundo o secretário-executivo, as nações mais ricas precisam adotar metas para reduzir de maneira significativa as emissões de gases até 2020.

Boer se negou a citar uma taxa para a redução, mas disse que algo entre 25% e 40% já seria um bom objetivo, mas reforçou que seria uma meta difícil de ser atingida.

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Emergentes

Além das ações dos países ricos, Boer afirmou ainda que países emergentes como Índia, Brasil e China não podem “manter as tendências atuais” e devem apresentar planos para cortar as emissões.

“Se naquele pedaço de papel, China, Brasil, Índia e outros países emergentes oferecerem ações nacionais, que reduzam de maneira significativa as tendências atuais de emissões, isso para mim seria um sucesso”, disse Boer.

De acordo com ele, caso a reunião de Copenhague não chegue a um acordo para solucionar esses problemas, o encontro será um fracasso.

Crise

O secretário-executivo afirmou ainda que a crise econômica dificultou o trabalho da ONU sobre a redução das emissões, já que os governos “estão voltados aos déficits nos orçamentos e aos bancos que precisaram de resgate”.

Ele pediu, no entanto, que os governos transformem os problemas em vantagens tanto para os países como para o meio ambiente.

“Vários países – principalmente a China e a Coreia – estão vendo a crise econômica como uma oportunidade de virar o jogo”, disse Yvo de Boer.

“Esses países estão fazendo investimentos em fontes renováveis de energia, estão modernizando o setor de energia, produzindo veículos que têm mais haver com as necessidades do amanhã do que com as de ontem”, disse.

Apesar de acreditar que alguns países estão vendo o potencial econômico de lidar com as mudanças climáticas, Yvo de Boer reconhece que fazer 192 nações – do Afeganistão ao Zimbábue – asssinarem um acordo sobre a questão é uma tarefa difícil.

A reunião de Copenhague, marcada para dezembro, deve discutir o chamado Tratado pós-Kyoto.

O Tratado de Kyoto, firmado em 1997 e que vence em 2012, estabelecia metas para corte de emissões entre os países desenvolvidos, mas poupava os países em desenvolvimento, o que reduzia sua eficácia. Além disso, com a retirada dos Estados Unidos, maior emissor histórico de poluentes, seu alcance ficou limitado.

Com o novo tratado, a comunidade internacional espera conseguir um comprometimento de todos os países para limitar as emissões de modo a evitar um aumento médio das temperaturas globais acima de 2ºC em relação à era pré-industrial, ponto crítico após o qual se considera que as consequências do aquecimento global se tornariam irreversíveis.

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Energia gasta em spams.

 

image0011 Energia gasta em spams alimentaria 2,4 milhões de casas, diz estudo

Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seria suficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.

Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de 3,1 milhões de carros por ano.

A empresa estima que 62 trilhões de e-mails spam foram enviados em 2008.

Segundo o estudo, mais da metade da energia consumida por spams é provocada por usuários perdendo tempo em frente ao computador selecionando e apagando e-mails e procurando as mensagens que são realmente relevantes.

O estudo da McAfee, empresa que oferece serviços antispam, afirma que sistemas de filtragem de e-mails indesejados economizam 135 bilhões de kilowatts-hora por ano - o que teria o mesmo impacto ambiental de se retirar 13 milhões de carros das ruas por ano.

Rio será sede da Olimpíada de 2016.

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A cidade do Rio de Janeiro foi eleita nesta sexta-feira a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 pelo Comitê Olímpico Internacional.

Esta é a primeira vez que uma cidade da América do Sul é escolhida para sediar uma Olimpíada.

A decisão foi anunciada pelo presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, após a votação dos delegados do organismo em Copenhague, Dinamarca, nesta sexta-feira.

O Rio era considerado uma das cidades favoritas para ser a sede dos Jogos.

Surpreendentemente, Chicago, que também era uma das favoritas, foi eliminada na primeira rodada de votações.

Uma comissão formada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros, o governador do Rio, Sergio Cabral, o prefeito, Eduardo Paes, atletas e outras personalidades brasileiras foi a Copenhague para fazer lobby pela candidatura.

De acordo com integrantes da comitiva brasileira, Lula e as outras autoridades presentes comemoraram bastante a eliminação de Chicago e Tóquio.

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Na votação final, o Rio bateu Madri por uma margem ampla, de 66 votos a 32.

Já no segundo turno de votações, quando Tóquio foi eliminada da disputa, o Rio teve 46 votos, Madri, 29 e a capital japonesa apenas 20.

O placar da primeira votação, que acabou por tirar Chicago do páreo, no entanto, foi mais favorável para a capital espanhola, que teve 28 votos. Em seguida veio o Rio, com 26, Tóquio, com 22 e Chicago, com 18.

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segunda-feira, setembro 28, 2009

VERDADE OU MENTIRA?


Não há petróleo no pré-sal"

Por André Siqueira, Carta Capital

Aprendemos cedo, com nossos pais, que é melhor ouvir certas coisas a ser surdo. Mas beira o insuportável a quantidade de besteiras propaladas a respeito da exploração do petróleo encontrado no litoral brasileiro, na camada pré-sal. A última (ao menos para mim, porque a mensagem circula há tempos) é a corrente de e-mails com o artigo de um professor universitário, cujo nome não convém citar, por se tratar apenas de um caso exemplar.

Especialista em geologia e ex-funcionário da Petrobras (pelos idos da década de 1970, convém ressaltar), ele garante, com absoluta firmeza, que não há quase nada a explorar na região. É tudo um embuste eleitoreiro do governo.

Pelamordedeus, será então que todos os especialistas do mundo estão enganados? Alguém se lembra da polêmica que envolveu a divulgação das megarreservas pelo presidente da ANP, Haroldo Lima, em setembro de 2008.

À época, para se esquivar das acusações de precipitação ou de ter se antecipado à Petrobras no anúncio da descoberta, ele lembrou que a publicação especializada americana World Oil publicou um artigo a respeito meses antes. E quanto aos institutos internacionais do setor, que já colocam as reservas na lista das fontes futuras de energia do planeta? Finalmente, por que badalar uma riqueza que, na melhor das hipóteses, só poderá ser usufruída daqui a mais de cinco anos?

Mas há quem perca tempo alimentando esse tipo de discussão. O autor da teoria conspiratória supra-citada começa a dar entrevistas a veículos de comunicação (sim, não resta dúvida de que ele existe, mesmo). Como disse, esse é só um exemplo do festival de sandices que circula. Mas os piores mitos são aqueles que, plantados por grupos privados com milionários interesses no subsolo brasileiro, promovem campanhas de desinformação. Aí vão alguns dos argumentos que, de tanto ser repetidos, correm o risco de ser levados a sério:

1º) As regras novas e o aumento do controle do Estado sobre a produção perigam afastar o investidor privado.

As múltis petroleiras atuam nas regiões do Oriente Médio mais inóspitas e menos amigáveis ao capitalismo ocidental. Lucram aos tubos, literalmente, porque correm riscos, muitos riscos. A legislação proposta pelo governo pode não ser a melhor, mas, se há alguma chance de haver uma grande reserva de petróleo abaixo das águas brasileiras, não resta dúvida de que haverá interessados em por dinheiro no negócio. Importante, mesmo, é que as regras sejam claras e estáveis.

2º) O Brasil perde tempo e dinheiro enquanto discute o tema.

Perdoe-me o leitor por me sentir forçado a dar essa explicação rasteira, mas é isso aí: poços de petróleo são diferentes de hidrelétricas e estradas. Obras de infra-estrutura começam a beneficiar a sociedade no momento em que são concluídas, e continuam a fazê-lo indefinidamente. Uma estrutura de exploração de petróleo é um modo de gastar mais rapidamente um ativo do Estado. Pior: uma reserva de valor que tende a se valorizar com o tempo. Não há desta vez, de acordo com nove entre dez especialistas, o risco de “perdermos o bonde da história”. Não há, por enquanto, fonte alternativa de energia capaz de impedir que a commodity tende a se valorizar nos próximos anos. Vale à pena debater exaustivamente a melhor forma de receber e gastar os “petroreais”

3º) A ideia de criar uma estatal para administrar os recursos, por meio de um fundo específico, só serve para que se criem cargos públicos e abre espaço para o desvio de verbas.

Talvez esse seja o argumento mais polêmico. Concordo, mais uma vez, que o modelo pode não ser o melhor. Durmo menos preocupado, porém, ao saber que existe alguma preocupação em dar um destino a esse dinheiro que não seja cobrir o déficit público (disciplina fiscal para quê, se o dinheiro está sobrando?) ou criar um número infinitamente maior de empregos públicos em diversos departamentos nos Estados e municípios que se vêem no direito de embolsar a maior parte dos recursos. Analisar os indicadores sociais dessas regiões é descobrir o quão fácil é gastar a verba do petróleo sem contrapartidas sociais.

Texto: / Postado em 27/09/2009 ás 10:39

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Hora de acordar: Ouro e dólar.

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Adriano Benayon – 21.09.2009

Ouro e dólar

Faz tempo que advertimos: manter-se atado ao “sistema financeiro internacional” custará caro a todos os povos, e tanto mais caro quanto maior, em cada país, seu entrosamento com esse “sistema” e quanto mais tempo isso dure.

No artigo Derivatives Collapse and the China Gold and Silver Markets - publicado por Global Research, 10.09.2009 – Bob Chapman mostra que o império anglo-norte-americano amarrou dentro de estreita armadilha os países detentores de créditos em dólares, exercendo sobre eles pressão político-militar e/ou enganando e cooptando seus dirigentes políticos.

Entre outros, chineses, japoneses, alemães e árabes. A China, um dos poucos países com poder para retaliar e exigir compensações, foi induzida a não só acumular dólares em quantidade estarrecedora, mas também a fazer apostas erradas nos mercados financeiros, adquirindo títulos - com a obrigação de, no futuro, entregar ouro e prata - derivados de contratos detidos por bancos estrangeiros.

Dada a tendência, cada vez mais clara, à valorização dos metais preciosos, os logrados que ficaram com esses derivativos sofrerão enormes prejuízos, pois, para entregar esses metais, terão de comprá-los a preços mais elevados. Esses contratos, chamados forward, são, na maioria, negociados fora das Bolsas e exigem o cumprimento da obrigação ao final do prazo estabelecido.

Como outros, os chineses demoraram a perceber a dimensão da enrascada em que caíram ao comprar títulos denominados em dólares. Eles vêm, nos últimos meses, procurando vendê-los e comprar ouro e metais preciosos. Além disso, o governo da China está aconselhando seus cidadãos a fazer o mesmo. Ademais, proibiu as exportações de prata.

Ainda mais preocupante para os concentradores anglo-americanos, controladores das finanças mundiais: diante da escalada nos preços dos metais preciosos, o governo chinês fez saber que cogita renegar contratos forward, por força dos quais teria de entregar quantidades volumosas de ouro e prata.

Um dos objetivos dos anglo-americanos ao induzir os chineses e outros a adquirir esses derivativos foi obrigar os detentores de títulos dos EUA a não despejá-los no mercado, pois, se assim o fizerem, farão elevar o preço dos metais preciosos, sofrendo, em conseqüência, vultosos prejuízos.

Em setembro, o ouro voltou a ultrapassar US$ 1.000,00 por onça, apesar das jogadas e pressões dos concentradores financeiros anglo-americanos, coadjuvados por seus satélites europeus, para manter baixo o preço. Nesse contexto, os bancos centrais têm-se desfeito, nos últimos anos, de suas reservas em ouro, o que beneficia adicionalmente os oligarcas, que o têm podido adquirir a preço baixo.

É interessante notar que esses oligarcas, sobre tudo os britânicos, são os maiores detentores do ouro existente no mundo, tanto em cofres de bancos, como em minas de todos os continentes.

Podem-se esperar, portanto, grandes embates no jogo de poder mundial no último trimestre do ano, quando deve ficar desmoralizada a farsa de que a “crise” está terminando.

Novas bolhas vão espocar, como as mencionadas em meus artigos recentes. Só nos EUA, até agora, o Estado gastou com elas US$ 23 trilhões. As emissões monetárias para cobrir os novos rombos certamente farão intensificar a descrença dos fundos soberanos chineses e de outros países em preservar o valor de suas vultosas carteiras de títulos norte-americanos.

Depressão, desemprego e guerra

Com a confirmação, em breve, de que o colapso financeiro mundial e a depressão se aprofundarão, o cenário de confrontação se tornará mais explícito, levando a conflitos armados e/ou a soluções de compromisso entre países dotados de poder real, ou seja, militar - inclusive nuclear -, industrial e tecnológico.

O desemprego, em proporções jamais vistas, acarretará lutas sociais às quais os governos títeres da oligarquia reagirão por meio de repressão e, em parte, de investimentos econômicos e sociais.

Estes, porém, são inviáveis se forem mantidas as atuais moedas e não se cancelar os títulos tóxicos e liquidar os bancos que os detêm. Isso porque a dimensão dos déficits públicos é incontrolável, mesmo sem grandes iniciativas sociais. Mais que isso, elevar, em favor destas, as emissões de moeda, que já são estratosféricas, desencadeará a hiperinflação. A saída clássica, para as poderosas dinastias, é a guerra de grandes proporções.

De qualquer forma, o povo norte-americano é participativo, e os protestos e manifestações já contam com dezenas de milhões de pessoas, embora os grupos estejam, em geral, desorientados e ideologicamente divididos.

O desemprego, altíssimo e crescente, também na Europa, aumentou em mais de 10 milhões nos EUA, nestes dois anos, incluindo os que decidem parar de buscar trabalho, e a cifra segue crescendo a ritmo mensal entre 600.000 e 1 milhão.

A taxa oficial, grandemente manipulada, de quase 10%, mais que dobrou desde 2007. O desemprego que inclui os trabalhadores a título precário e os de tempo reduzido, está perto de 21% da força de trabalho.

A Flórida tornou-se o 19º estado a recorrer a crédito para pagar benefícios sociais. Na Califórnia, onde estão sem emprego 40% das pessoas em idade de trabalhar, o governo, em estado falimentar, cortará, este mês, 140.000 beneficiários.

Brasil

Tenho repetido que os efeitos no Brasil já são graves e que não passa de paliativo a tentativa de elevar os gastos sociais e os investimentos, via BNDES, inclusive elevando, para isso, a dívida pública.

O jogo de poder mundial, sempre pesado, vai sê-lo ainda mais, e para o Brasil é preferível que se prolongue o conflito países com poder real a que eles se entendam.

Para países destituídos de poder, a chance de mudar de rumo depende da desordem no sistema imperial, infinitamente melhor que a ordem mundial pretendida pela oligarquia. São condições favoráveis à organização da sociedade brasileira para se dotar de instituições capazes de a levar a evoluir: 1) o impacto da depressão; 2) o choque causado pela transformação em caos do sistema financeiro internacional; 3) a confrontação entre as potências.

Urge, em suma, para o Brasil, encontrar o rumo da independência, saindo da subserviência em que afunda desde 1954, com o Estado financiando e subsidiando as transnacionais. Elas se tornaram a classe dominante no País, têm tido acesso gratuito às suas fabulosas riquezas naturais e feito esmagar as atividades industriais e tecnológicas dos brasileiros.

* - Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br

© 1999-2006. «PRAVDA.Ru». No acto de reproduzir nossos materiais na íntegra ou em parte, deve fazer referência à PRAVDA.Ru As opiniões e pontos de vista dos autores nem sempre coincidem com os dos editores.

A bênção do esquecimento.

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Um dos postulados básicos do espiritismo é o da pluralidade das existências ou reencarnação.
A evolução dos espíritos exige inúmeras existências para aperfeiçoar-se.
Todos são criados simples e ignorantes, mas seu destino é tornarem-se anjos.
A magnitude da meta evidencia a impossibilidade de ser alcançada no curto espaço de uma vida terrena.
Um questionamento freqüentemente levantado a essa idéia refere-se ao esquecimento das existências passadas.
Afirma-se que esse olvido é contraproducente.
Se já vivemos muitas vezes na terra, por que não nos lembramos?
Segundo alguns, a lembrança auxiliaria a não repetir os equívocos do passado.
Também serviria de incentivo à adoção de um patamar nobre de conduta.
Afinal, seria possível correlacionar as dores atuais a específicos erros de outrora.
Conseqüentemente, as criaturas teriam interesse em agir com dignidade.
A crítica parece sedutora, mas não resiste a uma análise criteriosa.
Tenha-se em mente que o esquecimento constitui a regra geral.
Raras pessoas têm, naturalmente, a lembrança de seu agir em outras existências.
A sabedoria divina certamente possui razões para assim estabelecer.
Convém recordar que a lei do progresso rege a vida.
Toda a criação está em permanente processo de evolução e metamorfose.
Na conformidade dessa lei, os espíritos não retroagem em suas conquistas.
As posições sociais mudam constantemente, mas ninguém é hoje pior do que já foi um dia.
As conquistas morais e intelectuais dos espíritos jamais são perdidas.
Assim, cada homem hoje se encontra no auge de seu processo evolutivo.
Ninguém nunca foi no passado mais bondoso ou nobre do que é agora.
Ocorre que a maioria absoluta da humanidade possui atualmente inúmeras mazelas morais.
Isso evidencia que o passado dos homens, em geral, não é repleto de nobres e belas ações.
Nesse contexto, o esquecimento das encarnações pretéritas constitui uma bênção.
No âmbito de uma única existência, quantas vezes a criatura deseja esquecer seus equívocos?
Não é fácil conviver com a lembrança de atos levianos.
Inúmeros relacionamentos periclitam pela dificuldade dos seres humanos relevarem os erros recíprocos.
E na verdade os erros são inerentes ao processo de aprender.
Não é possível sair da mais completa ignorância e transitar para a angelitude sem cometer equívocos nesse gigantesco caminhar.
Para propiciar os acertos necessários, a divindade permite o esquecimento do viver pretérito.
O que se viveu persiste na forma de intuições e tendências, simpatias e antipatias, facilidades e dificuldades.
Muitas vezes, o inimigo de ontem renasce na condição de um filho.
O esquecimento permite a transformação da mágoa em amor.
Ante o rostinho rosado e o olhar ingênuo de uma criança, torna-se possível amar a quem ontem odiávamos.
Quem outrora nos incomodava hoje nos auxilia na figura de um amigo ou irmão.
Sob a bênção do esquecimento, refundem-se as emoções e elos fraternos se estabelecem.
Assim, não é relevante lembrar o passado.
O importante é viver bem o presente.

Produção de etanol no Brasil prioriza a preservação do Meio Ambiente.

palmas O Brasil acaba de dar um importante passo para orientar a expansão do cultivo da cana para a produção de etanol e açúcar. Nesta quinta-feira (17), o governo federal encaminha ao Congresso Nacional projeto de Lei que proíbe a construção de novas usinas e a ampliação do plantio de cana-de-açúcar em qualquer área de vegetação nativa da Amazônia, Pantanal e Bacia do Alto Paraguai. Junto com as Unidades de Conservação e às terras indígenas, essas regiões representam 81,5% do território nacional. Quando somadas essas áreas àquelas onde não há indicação ao plantio da cana-de-açúcar, a extensão salta para 92,5%.

Inovação - As novas regras de expansão da agroindústria canavieira serão estabelecidas pelo Zoneamento Agroecológico Nacional da Cana-de-Açúcar (Zae Cana). Trata-se de um trabalho pioneiro na orientação e formulação de políticas públicas para o setor suco energético. De acordo com o governo federal, o Zae Cana inova, uma vez que adota critérios econômicos e sociais que contribuem para um modelo sustentável de expansão dessa agroindústria.

Proteção - A proposta enviada ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva é fundamentada em diretrizes que têm o objetivo de proteger o meio ambiente, conservar a biodiversidade e utilizar, de forma racional, os recursos naturais. São exemplos desses novos critérios: opção por áreas que não necessitam de irrigação plena e que economizam recursos como água e energia; adoção de extensões com declividade igual ou inferior a 12% que permitem a mecanização e eliminam a prática de queimadas nas áreas de expansão; estimulo à utilização de regiões já degradadas ou de pastagens para implantação de novos projetos.

Concessão de crédito - Além do Projeto de Lei enviado ao Congresso Nacional, o Presidente Lula assina um Decreto que institui o ZAE Cana e orienta o Conselho Monetário Nacional a estabelecer novas condições, critérios e vedações para o crédito rural e agroindustrial.

Zoneamento agroecológico vai permitir o plantio de cana em 64 milhões de hectares
De acordo com o Zoneamento da Cana (Zae), estarão aptos ao plantio dessa cultura 64 milhões de hectares. A expansão da cana-de-açúcar, considerando os novos critérios, poderá ocorrer em 7,5% do território nacional. Hoje, a área cultivada ocupa uma área de 8,89 milhões de hectares (safra/2008), o que representa menos de 1% do território brasileiro.

O Zae Cana tornará a produção de etanol ainda mais eficiente, melhorando o comprovado benefício ambiental da utilização do biocombustível produzido a partir da cana-de-açúcar. Segundo a Agencia Internacional de Energia, o etanol de cana é capaz de reduzir em até 90% a emissão de gases de efeito estufa quando comparado à gasolina. Cálculos do Ministério das Minas e Energia apontam que a utilização de etanol nos últimos 30 anos no Brasil evitou a emissão de 850 milhões de toneladas de CO2.

Com o Zae Cana e as políticas a ele associadas, o governo federal antecipa medidas concretas que serão apresentadas na 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP-15), que será realizada em dezembro desse ano, em Copenhague, na Dinamarca.

Medida Complementar -
Toda a produção atual deverá ser adequada até 2017, garantindo o fim das queimadas em suas áreas. Essa iniciativa irá permitir a redução de gases do efeito estufa em uma medida igual à emissão de seis milhões de toneladas de CO2 equivalente em relação ao ano de 2008. A quantidade de CO2 que se evita com a ausência da queima da palhada na pré-colheita da cana-de-açúcar equivale a aproximadamente a 2.220 mil veículos leves, de um total de 15 milhões de veículos a gasolina presentes na frota de 2008.

Excelência em biocombustível permite às montadoras desenvolver novas tecnologias
A excelência brasileira na produção de etanol faz com que grandes empresas sintam-se seguras para desenvolver tecnologias que utilizem o biocombustível. Atualmente, dez montadoras multinacionais produzem quase 100 modelos diferentes de carros flex no Brasil, o que o transforma o País detentor da maior frota deste tipo de veículo no mundo. O etanol brasileiro é de alta qualidade, aumenta a potência do veículo em mais de 10% e não oferece riscos ao motor. Neste ano, o consumo de etanol superou o da gasolina em veículos leves no Brasil.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 88% dos veículos leves vendidos no Brasil hoje têm motor flex fuel. A perspectiva é que, em 2014, 65% da frota brasileira será flex.

Produtividade - A cana-de-açúcar é plantada no Brasil há 500 anos. Entretanto, foi após 1975, quando foi lançado um programa governamental para incentivar o etanol, que o País começou a trilhar o caminho da liderança tecnológica no setor de biocombustível. Hoje, a Nação detém as melhores técnicas para o plantio e colheita da cana-de-açúcar. Com o uso de novas variedades da planta, a produtividade por hectare passou de 47 toneladas em 1975 para 78 toneladas atuais.

Avanços tecnológicos na usina permitem extrair 80 litros de etanol de cada tonelada de cana limpa (sem palha), quando em 1975 eram produzidos 45 litros por tonelada. Esse expressivo ganho de produtividade nas etapas agrícola e industrial fez com que hoje se produza mais de 7,5 mil litros de etanol por hectare de cana colhida, contra três mil em 1975. Todos os equipamentos das usinas foram desenvolvidos e produzidos no Brasil.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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sexta-feira, setembro 25, 2009

Gestão Estratégica em 6 lições.

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LIÇÃO 1


Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando.. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:

- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!!!

Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:

- Quem era???
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo!!!
Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo???
Conclusão:

Se você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias.

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LIÇÃO 2


Um padre está dirigindo por uma estrada quando um vê uma freira em pé no acostamento. Ele para e oferece uma carona que a freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas. O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar acidente ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz:
- Padre , lembre-se do Salmo 129!!!
O padre sem graça se desculpa:

- Desculpe Irmã, a carne é fraca....

E tira a mão da perna da freira. Mais uma vez a freira diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!!!

Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento. Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz:

"Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso".
Conclusão:

Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder excelentes oportunidades.

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LIÇÃO 3

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!!!
- Eu primeiro, eu primeiro!!!

Grita um dos funcionários...

- Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida...

Pufff e ele foi.

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:

- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas!!!

Puff e ele se foi .
- Agora você... Diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!
Conclusão:

Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

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LIÇÃO 4

Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.
Conclusão:

Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

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LIÇÃO 5

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.
Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde:

- Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Conclusão:

 Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

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LIÇÃO 6

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:

- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!


Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

quinta-feira, setembro 24, 2009

Caminho para a morte! Até quando?


Caminho para a morte! Até quando? 

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19.08.2009

A estrada não é assassina. É a imprudência e a omissão dos homens que a fazem assim. Seu traçado original apenas facilita a morte de famílias inteiras, dia-a-dia. Com a indiferença das autoridades competentes, enquanto o amigo leitor finaliza esta leitura, mais uma vítima fatal estará estendida nas curvas das nossas lamentações, às margens da BR 381.

Com as obras de recuperação da BR 381, os acidentes aumentaram e ficaram mais violentos, pois a recuperação da estrada se deu apenas em sua linha torta, ou seja, em sua recapagem, em sua maquiagem e não em seu traçado original, em sua via de rolagem, de viagem. Isto aumentou apenas o risco, ampliado pela velocidade e multiplicado o perigo existente em suas inúmeras curvas sinuosas e perigosas.

Meu Deus, quantos ali ainda morrerão? Quantas famílias ainda serão mutiladas? Quantas vidas decepadas? Tudo isso já vem há muito tempo e sinais concretos de uma futura melhora, nenhum! Um erro com milhões de cúmplices e milhares de silenciados.

A cada final de semana, a cada feriado prolongado, contabilizamos novo recorde de acidentes, mortes e feridos. Amanhã, todos os jornais noticiarão as mesmas mortes, acontecidas em uma das curvas da BR 381, entre os municípios de Belo Horizonte e Governador Valadares, dentro de seus 310 quilômetros de extensão e seus 62 trechos de perigo permanente. O que é mais frustrante é constatar que além das incontáveis tragédias e de vários trabalhos realizados apontando os trechos mais perigosos e os erros do seu traçado anacrônico, ao longo dos seus mais de 50 anos de existência, nada foi feito até aqui para alterar essa triste realidade que vai consumindo a vida de quem é obrigado a passar por ela.

Só no ano de 2008, 138 mortes foram contabilizadas em sua faixa asfáltica, no local do acidente, além daquelas que aconteceram no hospital, no caminho para o hospital e não foram registradas, além de tantos outros que ficaram paralisados para sempre. Acredita-se que, a cada ano, mais de 800 pessoas morrem em decorrência de acidentes na BR 381. Se a gripe suína mobiliza milhões para as poucas mortes registradas em todo o Brasil, a questão da BR 381 poderia mobilizar fundos para acabar com esse martírio atemporal e diário, que tem endereço e lugar certo para matar e mutilar quem se aventura por ela. Hoje foi assim, amanhã será assim e depois e depois também.

Nas férias, muitos meninos que saíram para a sua primeira viagem, levando na bagagem sonhos, juventude e a vontade de aproveitar o dia, não puderam contar suas histórias para os amigos de escola. As mães ficaram tristes, famílias ficaram órfãs e a estrada continua a sua repugnante e revoltante sina: a de esmagar gente entre carros, levando pessoas ao encontro prematuro da morte inesperada e precipitada.

Eu, que sempre passei por ela, hoje procuro não passar mais. Cansei de chegar em casa amargurado. Não me lembro de feriado algum, na saída ou chegada a Belo Horizonte, que não tenha visto vidas estraçalhas às margens da BR 381, o endereço da morte pontilhado em minhas retinas. Agora, além dos engarrafamentos rotineiros dos incontáveis acidentes, temos os protestos honestos e sofridos e, lamentavelmente ainda infrutíferos, das populações martirizadas pela consagrada Rodovia da Morte.

Entre mim e os amigos que moram depois dela, há, além da distância, o medo e o pavor. Pena! Enquanto isso, os jornais já têm a sua pauta pré-fixada, pré-agendada, a notícia estampada em suas primeiras páginas. Até quando, não sei. Sei apenas que tenho, humildemente, que duelar com a minha caneta contra esta triste verdade, que fará entre nós, mais algumas de suas vítimas, que podem ser parentes, amigos e pessoas muito próximas. Infelizmente!

Petrônio Souza Gonçalves é escritor

© 1999-2006. «PRAVDA.Ru». No acto de reproduzir nossos materiais na íntegra ou em parte, deve fazer referência à PRAVDA.Ru As opiniões e pontos de vista dos autores nem sempre coincidem com os dos editores.

Desigualdade cai e mais brasileiros conquistam emprego formal, casa própria e acesso à internet.

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Vários avanços em habitação, trabalho, educação, acesso a serviços e queda na concentração de renda foram registrados em 2008 com relação ao ano anterior. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aumentou a formalização e o rendimento de trabalhadores, além do percentual de casas próprias. Mais domicílios brasileiros têm rede de esgoto, telefone e acesso à internet e o índice de Gini - que mede concentração de renda - caiu com relação aos rendimentos dos domicílios e dos trabalhadores.

Em 2008, o contingente de trabalhadores foi 2,8% maior do que o de 2007 e totalizou 92,4 milhões de pessoas. O impulso veio do setor de construção civil, com crescimento de 14,1% e geração de 900 mil novos postos de trabalho em todo o país. A formalização também foi destaque, com ampliação do percentual de empregados com carteira assinada, de 33,1% dos ocupados em 2007 para 34,5% em 2008, um acréscimo de 2,1 milhões de pessoas. Com isso, houve crescimento de 5,9% entre os contribuintes da Previdência.

A escolaridade dos trabalhadores também melhorou. O contingente de ocupados com 11 anos ou mais de estudo passou de 39%, em 2007, para 41,2%, em 2008. Como reflexo do movimento no mercado de trabalho, o rendimento dos trabalhadores cresceu 1,7%. O rendimento médio mensal real dos domicílios foi de R$ 1.968, ganho de 2,8% em relação ao de 2007, de R$ 1.915. O índice de Gini, que mede a concentração de renda, caiu tanto para o rendimento do trabalhador (de 0,528 para 0,521) quanto para o domiciliar (de 0,521 para 0,515).

Pnad - A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008 investigou 391.868 pessoas em 150.591 domicílios por todo o país a respeito de sete temas: dados gerais da população, migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimento. A Pnad é realizada anualmente e funciona como um retrato da situação socioeconômica do Brasil. A pesquisa completa está disponível no site www.ibge.gov.br.
Confira os números da pesquisa:

Trabalho Infantil - Queda no percentual de crianças e adolescentes (5 a 17 anos de idade) trabalhando - de 10,8% para 10,2% das pessoas nessa faixa etária.

Analfabetismo - A taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais passou de 10,1% em 2007 para 10% em 2008. A região Nordeste

Desocupação - A taxa de desocupação, proporção de desocupados entre as pessoas economicamente ativas, caiu de 8,1%, em 2007, para 7,1%, em 2008.

Anos de estudo - A média de anos de estudo do brasileiro aumentou de 6,9 para 7,1 anos.

Freqüência à escola - Aumento na freqüência escolar das crianças de 6 a 14 anos, de 97% para 97,5%.

Rede de esgoto - O percentual de casas ligadas à rede de esgoto subiu de 51,1% em 2007 para 52,5% em 2008.

Telefonia - Mais quatro milhões de domicílios passaram a ter telefone em 2008, crescimento de 5,3%.

Internet - Os domicílios ligados à Internet aumentaram de 20% para 23,8% do total. Também houve aumento no percentual de domicílios com microcomputadores, de 26,5% do total em 2007 para 31,2% em 2008.

Energia elétrica - O fornecimento de energia elétrica foi o serviço público com o maior alcance
no País: 98,6% das casas são atendidas pelo serviço, um total de 56,754 milhões, contra 54,767 milhões em 2007.

Casa Própria - Em 2008, o Brasil tinha 57,6 milhões de domicílios particulares permanentes, 1,8 milhão a mais que em 2007. A participação dos domicílios próprios no total passou de 74%, em 2007, para 74,4% em 2008; e a dos domicílios próprios quitados foi de de 69,9% para 70,1%.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

«PRAVDA.Ru»

Veja a genialidade de Clarice Lispector e a riqueza da língua portuguesa.

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Não te amo mais.
Estarei mentindo se disser que
             Ainda te quero como sempre quis.
             Tenho certeza de que
             Nada foi em vão.
             Sei dentro de mim que
             Você não significa nada.
             Não poderia dizer nunca que
             Alimento um grande amor.
             Sinto cada vez mais que
             Já te esqueci!
             E jamais usarei a frase
             EU TE AMO!

Agora leia de baixo para cima.

Pura arte...

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