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terça-feira, junho 09, 2009

DIABETES.



O diabetes pode comprometer o funcionamento de alguns órgãos importantes. O conhecimento dos termos dessas condições pode ajudar a esclarecer prováveis confusões e tornar o diabetes um pouco mais fácil de controlar.

Para ajudar, damos algumas explicações sobre estas complicações que podem resultar de níveis de glicemia mal controlados:

Cérebro e sistema nervoso

Neuropatia refere-se a danos aos nervos que passam pelo corpo, e enviam sinais para o cérebro. Neuropatia é causa de muitos outros problemas, como a perda de sensibilidade nas mãos e pés, problemas digestivos e sexuais.

Olhos
Há três doenças oftalmológicas associadas com diabetes: catarata, glaucoma e retinopatia diabética. Catarata é uma opacidade do cristalino (a ‘lente’ dos olhos). Glaucoma é o aumento da pressão intraocular. E a retinopatia diabética ocorre quando altos níveis de glicose danificam os vasos sanguíneos do fundo do olho (retina).

Coração e vasos sanguíneos
Aterosclerose ou arteriosclerose referem-se ao endurecimento das artérias (athero = “substância macia”; arterio = “nas artérias”; sclerosis = “endurecimento”). Embora, algumas vezes, esses termos sejam usados como sinônimos, a aterosclerose refere-se especificamente ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, que pode levar a problemas circulatórios ou doenças cardiovasculares (DCV) como infarto do miocárdio, derrame ou AVC (acidente vascular cerebral).

Rins

Nefropatia é resultado de lesão aos pequenos vasos sanguíneos dos rins, que filtram os dejetos do organismo. Quando esses vasos sanguíneos são danificados, os rins deixam de funcionar perfeitamente, liberando proteínas (pequenas quantidades de albumina) na urina. Esse fenômeno chama-se microalbuminúria.

Pés
Pessoas com diabetes devem ter cuidados especiais com os pés. Em geral, qualquer perda de sensibilidade ou dor nos pés pode ser sinal de neuropatia.

É possível saber mais visitando sites de saúde especializados em diabetes.


O ABC da automonitorização da glicemia

Se cada diagnóstico de diabetes viesse com um dicionário médico, que explicasse os termos de saúde, numa linguagem fácil de entender, pode ser que o controle do diabetes fosse mais fácil. Mas até que isso ocorra, damos aqui algumas informações básicas sobre a automonitorização da glicemia, para deixar você com muito mais informações.



Autoteste
Terstar regularmente a glicemia é chave para um controle bem-sucedido do diabetes. Para ajudar, existem no mercado inúmeros sistemas de monitorização de glicemia. Eis alguns:



* Monitor de glicemia — um aparelho eletrônico que lê a quantidade de açúcar numa amostra de sangue. Linha de Produtos
* Tiras de teste — uma tira especial que absorve a amostra de sangue e é inserida num monitor de glicemia
* Lancetador — um dispositivo que prende uma lanceta
* Lancetas — agulhas que perfuram a pele para a obtenção da amostra de sangue

Leitura de resultados
Os resultados de glicemia são medidos em valores numéricos seguidos por “mg/dL,” que significa “miligramas por decilitro”. Se o resultado for 104, significa que você tem o equivalente a 104 miligramas de glicose num decilitro de sangue.

Tipos de testes
Existem, basicamente, dois horários-padrão de testes de automonitorização que podem ser feitos no dia-a-dia.

* O teste em jejum ou “imediatamente antes da refeição” pode ajudar a determinar quanta glicose no sangue há em seu organismo, antes da refeição, e ajuda a ver como a insulina ou outros medicamentos estão agindo, para manter a glicemia sob controle durante o dia.
* O teste pós-prandial ou “após a refeição” (1–2 horas após o início de uma refeição) permite ver como alguns alimentos podem afetar seus níveis de glicemia.

Outro teste realizado pela equipe de saúde é o teste de A1c. Esse exame trimestral mede a glicemia vendo qual porcentagem de hemoglobina A1c foi glicada (tinha glicose ligada a ela). A Associação Americana de Diabetes (ADA) recomenda uma meta de A1c < 7%.
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